sexta-feira, 12 de junho de 2015

Veja a transexual 'crucificada' e outras polêmicas com símbolos cristãos

Retrato de Viviany Beleboni, que desfilou crucificada na Parada Gay no último domingo (7) em São Paulo (Foto: Victor Moriyama/G1)transexual “crucificada” na 19ª Parada do Orgulho LGBT, Viviany Beleboni, não foi a primeira a gerar polêmica por usar símbolos religiosos. Personalidades famosas como a cantora Madonna, o escritor José Saramago, o carnavalesco Joãosinho Trinta e o cineasta Martin Scorsese também foram alvo de críticas. Veja os casos:
1. Parada Gay 2015: a transexual crucificada
Manifestação contra a homofobia na 19ª Parada do Orgulho LGBT na Avenida Paulista, neste domingo (7) (Foto: Reuters/Joao Castellano)Manifestação contra a homofobia na 19ª Parada do Orgulho LGBT na Avenida Paulista, neste domingo (7) (Foto: Reuters/Joao Castellano)
Neste último domingo (7), Viviany Beleboni chocou parte dos participantes encenando o sofrimento de Jesus na cruz durante a Parada Gay. Ela ficou “crucificada” durante todo o evento, em cima de um dos trios. Foi o fotógrafo João Castellano, da agência Reuters, quem capturou a transexual pendurada durante a marcha.
Desde então, ela tem recebido ameaças e milhares de críticas, inclusive de setores da Igreja Católica e lideranças evangélicas (leia mais abaixo).
"As pessoas estavam querendo a minha morte. Tinha gente falando que eu tenho que morrer", disse Viviany, que também recebeu, pelas redes sociais, mensagens de apoio de simpatizantes à sua causa.
A atriz diz que pretendia “representar a agressão e a dor que a comunidade LGBT tem passado”. “Usei as marcas de Jesus, que foi humilhado, agredido e morto. Justamente o que tem acontecido com muita gente no meio GLS, mas com isso ninguém se choca”, disse em entrevista ao G1.
2. Madonna e o clipe de 'Like a Prayer'
Madonna no clipe da música "Like a Prayer", do disco de 1989 que leve o mesmo nome (Foto: Reprodução/Youtube)Madonna no clipe da música "Like a Prayer", do disco de 1989 que leve o mesmo nome (Foto: Reprodução/Youtube)
O quarto álbum da cantora Madonna traz a música “Like a Prayer”, lançada em 1989. A polêmica começou pela letra, que fala sobre uma jovem apaixonada por Deus, quase como quem ama uma figura masculina. Madonna fez um clipe com cenas dentro de igrejas, dançando com um coral religioso, beijando um santo. O encerramento mostra a artista cantando em frente às cruzes em fogo.
Após a gravação, a cantora disse querer “que o vídeo fosse o mais provocante do que tudo o que ela já havia feito antes”. Na época, diferentes grupos religiosos se manifestaram e realizaram protestos contra o clipe, que consideraram como blasfêmia das imagens cristãs. Além de causar problemas para a cantora com patrocinadores do vídeo, o Papa João Paulo II também proibiu a presença de Madonna na Itália.
Em 2012, a cantora voltou a chamar a atenção após cantar uma música pregada a uma cruz e com a coroa de espinhos na cabeça durante um show realizado na Polônia.
3. O 'Cristo mendigo' de Joãosinho Trinta
31 de março de 1989 – Joãosinho causou polêmica com uma imagem do Cristo Redentor vestido de mendigo na Beija-Flor; a escola foi vice-campeã naquele ano (Foto: Arquivo/AE)31 de março de 1989 – Joãosinho causou polêmica com uma imagem do Cristo Redentor vestido de mendigo na Beija-Flor; a escola foi vice-campeã naquele ano (Foto: Arquivo/AE)
Além de Madonna, o ano de 1989 teve polêmica com símbolos religiosos também no Brasil. Joãosinho Trinta, carnavalesco da escola de samba Beija-Flor, é um dos autores do desfile “Ratos e Urubus, Largem Minha Fantasia”.
O desfile, que falava sobre desigualdade, teria uma estátua do Cristo Redentor vestido como mendigo, criação de Joãosinho. Em 31 de março, dia do Carnaval, a escola teve de cobrir o Cristo com um plástico preto: a Igreja Católica entrou com uma ação na Justiça contra o uso da imagem. Mesmo assim, o carnavalesco manteve a estátua no carro alegórico e, sobre o plástico preto, escreveu a mensagem: “Mesmo proibido olhai por nós!”
No Carnaval de 2012, a Beija-Flor homenageou o mestre levando para a Sapucaí uma alegoria de Joãosinho Trinta como o Redentor.
Neymar estampou a capa da revista "Placar"  em outubro de 2012 (Foto: Reprodução/Revista Placar)Neymar estampou a capa da revista "Placar"
em 2012 (Foto: Reprodução/RevistaPlacar)
4. Neymar crucificado
A capa da revista “Placar” de outubro de 2012 trouxe o craque da seleção brasileira e, agora, do Barcelona, no lugar de Jesus na cruz. A manchete reitera a mensagem: “a crucificação de Neymar”. No subtítulo, outra explicação: "chamado de 'cai-cai', o craque brasileiro vira bode expiatório em um esporte onde todos jogam sujo".
Em sequência, a Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), se manifestou em nota de repúdio à revista “Placar”, disse que os bispos estavam “indignados” e afirmou que a capa era “uma provocação”. A nota foi assinada pelo cardeal Dom Raymundo Damasceno.
Na época, a Igreja Católica também se pronunciou em comunicado oficial: "A revista mostrou-se, no mínimo, insensível ao recente cenário mundial de deplorável violência causada pelo uso inadequado de figuras religiosas".
Os editores da publicação explicaram que a ideia não era atingir qualquer entidade religiosa. Naquela época, Neymar era acusado de utilizar o recurso de simular faltas para tentar induzir a arbitragem a errar durante as partidas.
Jornal francês Charlie Hebdo fez diversas sátiras com entidades religiosas (Foto: Reprodução/Charlie Hebdo)Jornal francês Charlie Hebdo fez diversas sátiras
com entidades (Foto: Reprodução/Charlie Hebdo)
5. A sátira de Charlie Hebdo
O jornal francês Charlie Hebdo, durante toda a sua história, usou imagens religiosas — e criticou quase todas as vertentes e entidades — em suas capas. Em março de 2013, os editores opinaram sobre a política dentro do Vaticano. Em francês, a manchete diz: 'Vaticano: outra eleição fraudada”. Naquele momento, o atual Papa Francisco tinha sido escolhido para substituir Bento XVI. Na ilustração, a figura de Jesus Cristo aparece e diz: “Soltem-me, eu quero votar”.

A figura Maomé, do Islã, também foi alvo do jornal. Em outra capa o “Deus” do islamismo aparece beijando cartunista na boca, com o texto “o amor, mais forte do que o ódio”. Em todas as capas, organizações religiosas se pronunciaram com posicionamentos contrários.
Em janeiro deste ano, a sede de Charlie Hebdo foi atacada por radicais do Islã, deixando 12 jornalistas mortos.
6. Barbie religiosa e o Cristo Ken
Dentre as peças montadas está a imagem de Nossa Senhora Aparecida  (Foto: Enrique Marcarian/Reuters)Dentre as peças montadas está a imagem de Nossa Senhora Aparecida (Foto: Enrique Marcarian/Reuters)
Pool Paolini e Marianella Perelli, artistas argentinos, criaram versões religiosas da Barbie e do Ken em setembro de 2014. As bonecas estavam caracterizadas como Maria Madalena, Nossa Senhora Aparecida e Nossa Senhora do Carmo. Já a versão masculina trazia a vestimenta de São Caetano, São Roque e Jesus Cristo Crucificado.
Mais uma vez, os religiosos se rebelaram nas redes sociais contra o uso das imagens sagradas. Os artistas usaram suas contas no Facebook para se explicar: "Usamos o humor para ressaltar a desconexão do universo histórico e político, destacando a ficção religiosa. E com isso conseguimos chamar a atenção dos mais velhos".
Os bonecos estavam expostos em uma mostra em Buenos Aires, intitulada 'Barbie: ThePlasticReligion', que acabou suspensa após ameaças de grupos radicais católicos.
Saramago (Foto: Reuters)José Saramago (Foto: Reuters)
7. O Evangelho Segundo Jesus Cristo, de José Saramago
O livro “O Evangelho Segundo Jesus Cristo”, obra do escritor português José Saramago lançada em 1991, traz uma nova versão da história do mártir católico, com uma visão moderna e crítica da vida de Jesus.

As igrejas católicas do Brasil e de Portugal se manifestaram contra o livro. Em 1993, a obra foi retirada da candidatura ao Prémio Literário Europeu, um dos principais do continente, pelo sub-secretário de Estado da Cultura português, António Sousa Lara. No mesmo ano, o escritor deixou o país para morar na Espanha.
A última tentação de cristo (Foto: Reprodução/Imdb)A última tentação de cristo (Foto: Reprodução/Imdb)
8. Martin Scorsese e a 'Última tentação de Cristo'
O filme "A última tentação de Cristo", de Martin Scorsese, lançado em 1988, foi proibido em vários países na época por mostrar Jesus sob uma nova ótica, como um homem comum que vivia o conflito entre ser o messias predestinado ou apenas um cidadão empenhado em constituir família, menos divino e mais humano.
Em São Paulo, o prefeito Jânio Quadros tentou impedir a exibição do filme interditando oito salas que iriam mostrar a obra alegando problemas de segurança.
A Arquidiocese do Rio condenou o filme na época chamando-o de "blasfemo" e "pornográfico".
 

Teólogos explicam as polêmicas
Mas, afinal, por que sempre que alguém faz uma representação usando um símbolo religioso provoca polêmica? O teólogo e professor da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP), Antônio Manzatto, não acha que o ato de Viviany chegou a desrespeitar o símbolo. Segundo ele, não há qualquer registro da Bíblia contrário ao uso da cruz. “A cruz nem era um símbolo religioso quando a Bíblia foi escrita. Os símbolos foram criados ao longo dos anos”, explica.
O teólogo da PUC-SP chama atenção para o que representa a imagem cruz. “Os símbolos religiosos se referem a uma situação. A cruz se refere aos abandonados e oprimidos. Se ela usou essa imagem para fazer a sociedade perceber a situação de dominação, está certa. As pessoas não enxergam isso e são elas que deram qualquer outro significado para aquele símbolo”, disse.
As pessoas pensam assim: ‘o símbolo é meu e não quero que ninguém mexa com ele’"
Antônio Manzatto. teólogo
“A questão do direito à igualdade é de todo o ser humano, independentemente de sua crença, raça ou opção sexual.  Tem gente discutindo porque a pessoa está crucificada na Parada Gay e acaba mudando o foco do que é importante discutir. É mudar o foco para não discutir os direitos homossexuais. E assim fica a estrutura de dominação”.
Outro teólogo, Jaldemir Vitório, presidente da Sociedade de Teologia e Ciências da Religião (Soter), confirma a posição de Manzatto. “Não há registro”, diz. “O que existe são leis criadas por cada País, como é o caso do Brasil, mas de qualquer forma não vi como um desrespeito à fé cristã. Quem garante que ela não usou a imagem de Jesus justamente para demonstrar sua fé? As pessoas enxergam o que querem”, completa Vitório.
Manzatto acredita que, nas próprias palavras, o que “acontece é uma coisa muito natural” e “As pessoas pensam assim: ‘o símbolo é meu e não quero que ninguém mexa com ele’”.
Para Nelson Domingues, professor de teologia e psicólogo clínico, as pessoas são muito apegadas aos símbolos. “O símbolo é uma coisa que vem de fora. As pessoas se apegam muito à religiosidade e acabam esquecendo da coisa mais importante que Jesus ensinou: amar. O mais importante é o amor para o cristianismo. Entre o símbolo e o amor, é preciso ficar com o amor”, completa.
Para o teólogo, o ato de Viviany foi uma falta de respeito de fato. Mas ele diz que isso não deveria afetar tanto aqueles que creem em Jesus. “Vi que ela [Viviany] está sendo ameaçada de morte. Gente dizendo que vai cair fogo do céu na cabeça dela. A Bíblia que eu acredito não ensina o ser humano a ser assim”, completa.
Arcebispo de SP critica
Cardeal se pronunciou na noite desta segunda-feira (Foto: Reprodução/Facebook)Cardeal se pronunciou na noite desta segunda-feira (Foto: Reprodução/Facebook)
Após a “crucificação” de Viviany Beleboni na Parada Gay deste ano, o Cardeal Odilo Pedro Scherer, arcebispo metropolitano de São Paulo, escreveu sobre o assunto também em sua página do Facebook na noite desta segunda-feira.
Ele disse ter recebido muitas mensagens sobre o assunto: “Muitas pessoas me questionaram sobre a imagem de um transexual na cruz durante a Parada Gay. Entendo que quem sofre se sente como Jesus na cruz. Mas é preciso cuidar para não banalizar ou usar de maneira irreverente símbolos religiosos, em respeito à sensibilidade religiosa das pessoas. Se queremos respeito, devemos respeitar."
O deputado federal e pastor Marco Feliciano se pronunciou nas redes sociais. Nesta terça-feira (9), ele gravou um vídeo argumentando contra o uso da imagem de Jesus pela transexual.
“Estou indignado com o que aconteceu ontem. Mas eles mostraram quem são, pagos com o dinheiro dos cofres públicos. Essas pessoas são intolerantes e me acusam daquilo do que eles fazem”, diz em trecho da gravação. “Também estou indignado por pegarem o símbolo da minha fé e terem exposto publicamente em um ato de completa falta de respeito. Estou falando de pessoas que acham que o direito deles é maior que o meu direito”, completa.
Feliciano lembrou o artigo 208 do Código Penal: "Escarnecer de alguém publicamente, por motivo de crença ou função religiosa; impedir ou perturbar cerimônia ou prática de culto religioso; vilipendiar publicamente ato ou objeto de culto religioso: Pena - detenção, de um mês a um ano, ou multa".
O deputado federal Jean Wyllys escreveu um texto na mesma rede social questionando as críticas contra Viviany. O político relembrou diferentes momentos em que a imagem de Jesus e outros símbolos religiosos foram utilizados para a criação artística. “Se é assim, então por que essa celeuma toda em torno da apropriação da iconografia da crucificação de Jesus feita por uma artista transexual na Parada LGBT de São Paulo?”, questionou.
"Ora, porque se trata de uma representação feita por um membro da comunidade LGBT! A celeuma - iniciada e estimulada por lideranças político-religiosas oportunistas, demagógicas e intelectualmente desonestas – tem, portanto, o objetivo claro de difamar lésbicas, gays, bissexuais e transexuais por meio da manipulação dos preconceitos anti-homossexuais históricos ainda arraigados no coração e na mente da maioria da população."

 Opinião: eu não gostei da atitude dessas pessoas a misturar coisas santas com coisas mundanas, as coisas de Deus devem ser respeitadas!!!

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Fontes da noticia
Lucas Kimura
G1

domingo, 7 de junho de 2015

Comunismo e Socialismo a face do mesmo regime Genocida - O comunismo matou 100 milhões de seres humanos! Por que a foice e o martelo ainda não foram proibidas?

Comunismo e Socialismo a face do mesmo regime Genocida - O comunismo matou 100 milhões de seres humanos! Por que a foice e o martelo ainda não foram proibidas?




















Esta matéria é um trecho do artigo sobre “o livro negro do comunismo”, de Roberto Campos. O artigo esclarece a violência do comunismo no mundo. Esclarece também os motivos do regime militar (“anos de chumbo”) ocorrido no Brasil e em outros países do Terceiro Mundo na época da Guerra Fria. O artigo original, de Roberto Campos, publicado pela Folha de S. Paulo em 19/04/98, começa assim:

Ao contrário das ditaduras latino-americanas, a violência comunista se tornou um instrumento político-ideológico fazendo parte da rotina de governo. Essa sistematização do terror não é rara na história humana, temos exemplos na Revolução Francesa do século XVIII; no extermínio de judeus pelos nazistas.

De acordo com "Le livre noir du communisme" o comunismo superou todos esses casos e foi sem dúvida o experimento mais sangrento de toda a história humana.


O comunismo produziu quase 100 milhões de vítimas, em vários continentes, raças e culturas, indicando que a violência comunista não foi mera aberração da psique eslava, mas, sim, algo diabolicamente inerente à engenharia social marxista, que, querendo reformar o homem pela força, transforma os dissidentes primeiro em inimigos e, depois, em vítimas.


Os números do comunismo estão assim classificados por ordem de grandeza: China (65 milhões de mortos); União Soviética (20 milhões); Coréia do Norte (2 milhões); Camboja (2 milhões); África (1,7 milhão, distribuído entre Etiópia, Angola e Moçambique); Afeganistão (1,5 milhão); Vietnã (1 milhão); Leste Europeu (1 milhão); América Latina (150 mil entre Cuba, Nicarágua e Peru); movimento comunista internacional e partidos comunistas no poder (10 mil).


O comunismo fabricou três dos maiores carniceiros da espécie humana - Lênin, Stálin e Mao Tse-tung. Lênin foi o iniciador do terror soviético. Enquanto os czares russos em quase um século (1825 a 1917) executaram 3.747 pessoas, Lênin superou esse recorde em apenas quatro meses, após a revolução de outubro de 1917.

Fidel Castro é o campeão absoluto da "exclusão social", pois 2,2 milhões de pessoas, 20% da população de Cuba, tiveram que fugir durante o regime comunista. Fidel criou uma nova espécie de refugiado, os "balseros", (fugiam de Cuba em balsas improvisadas), milhares dos quais naufragaram antes de alcançarem a liberdade.

A Guerra Fria alcançou seu apogeu nos anos 60 e 70. Nessa época alguns países do Terceiro Mundo deram início aos “anos de chumbo” (ditadura militar) para não caírem nas mãos dos comunistas. Houve intervenções militares no Brasil e na Bolívia em 1964, na Argentina em 1966, no Peru em 1968, no Equador em 1972, e no Uruguai em 1973.

Fenômeno idêntico ocorreu em outros continentes. Os militares coreanos subiram ao governo em 1961 e adquiriram poderes ditatoriais em 1973. Houve golpes militares na Indonésia em 1965, na Grécia em 1967 e, nesse mesmo ano, o presidente Marcos impunha a lei marcial nas Filipinas, e Indira Gandhi declarava um "regime de emergência". Em Taiwan e Cingapura houve autoritarismo civil sob um partido dominante, como medida preventiva.

Por mais lamentáveis que sejam, as violências e torturas denunciadas no Brasil, no período da ditadura militar, tornam-se insignificantes perto das brutalidades do comunismo cubano, minudenciadas no "Livre noir".


O regime comunista de Fidel Castro fuzilou entre 15 mil e 17 mil pessoas (sendo 10 mil só na década de 60), o número de mortos e desaparecidos no Brasil, entre 1964 e 1979, seria em torno de 288 segundo a Comissão de Direitos Humanos da Câmara Federal; e de 224 casos comprovados segundo a Comissão de Mortos e Desaparecidos do Ministério da Justiça. Portanto, os males causados pela ditadura militar brasileira perdem de longe para os males causados pelo “socialismo real” cubano.

Em 1978, quando em nosso Congresso já se discutia a "Lei da Anistia", havia em Cuba entre 15 mil e 20 mil prisioneiros políticos, número que declinou para cerca de 12 mil em 1986. Em 1997, 38 anos depois da Revolução, ainda havia, segundo a Anistia Internacional, entre 980 e 2.500 prisioneiros políticos na ilha. Em matéria de prisões e torturas, a tecnologia cubana era altamente sofisticada, havendo, inclusive, tortura "merdácea", pela imersão de prisioneiros na merda.

Não houve prisões brasileiras comparáveis a La Cabaña (onde ainda em 1982 houve 100 fuzilamentos). Estranhamente, artistas e intelectuais que denunciavam a tortura brasileira, visitam Cuba e chegam a tecer homenagens a Fidel e a seu algoz-adjunto, Che Guevara.

Causa-me infinda perplexidade a "angelização" de Fidel e a "satanização" de Pinochet por parte de algumas pessoas. Pinochet foi ditador por 17 anos; Fidel está no poder há 39 anos. Pinochet promoveu a abertura econômica e iniciou a redemocratização do país, retirando-se após ser derrotado em plebiscito e em eleições democráticas como senador vitalício. Fidel Castro considera uma obscenidade a alternância no poder, preferindo submeter a nação cubana à miséria e à fome, para se manter ditador. Pinochet deixou a economia chilena numa trajetória de crescimento sustentado de 6,5% ao ano. Em termos de violência, o número de mortos e desaparecidos no Chile foi estimado em 3.000, enquanto Fidel fuzilou 17 mil!

Em suma, Pinochet submeteu-se à democracia e tem bom senso em economia. Fidel é um PhD em tirania e um analfabeto em economia. O "Livre noir" nos dá uma idéia da bestialidade de que escapamos se triunfassem, no Brasil, os radicais de esquerda. Lembremo-nos que, em 1963, Luiz Carlos Prestes declarava que: "nós, os comunistas, já estamos no governo, mas não ainda no poder".

Parece-me ingenuidade histórica imaginar que, na ausência da revolução militar de 1964, o Brasil manteria sua normalidade democrática. A verdade é que Jango Goulart não planejara sua sucessão, gerando suspeitas de continuísmo. E estava exposto a ventos de radicalização de duas origens: a radicalização sindical, que levaria à hiperinflação, e a radicalização ideológica, pregada por Brizola e Arraes, que podia resultar em guerra civil.

É sumamente melancólico - porém não irrealista - admitir-se que, nos anos 60, este grande país não tinha senão duas miseráveis opções: "anos de chumbo" ou "rios de sangue"...












 Olá conhecedores do mundo, tudo bem? hj trago para vcs a verdadeira face do Genocidio, o Comunismo e Socialismo, espero que gostem!!!

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sábado, 6 de junho de 2015

o que a Bíblia fala sobre escravidão?

A Bíblia não condena especificamente a prática da escravidão. Ela dá instruções sobre como os escravos deveriam ser tratados (Deuteronômio 15:12-15; Efésios 6:9; Colossenses 4:1), mas não a declara ilegal. Muitos vêem isto como se a Bíblia permitisse todas as formas de escravidão. O que muitas pessoas falham em entender é que a escravidão nos tempos bíblicos era muito diferente da escravidão praticada nos últimos séculos em muitas partes do mundo. A escravidão na Bíblia não era baseada em raça. As pessoas não eram escravizadas por causa da sua nacionalidade ou pela cor da sua pele. Nos tempos bíblicos, a escravidão era mais um status social. As pessoas vendiam a si mesmas quando não conseguiam pagar os seus débitos ou sustentar a sua família. No Novo Testamento, algumas vezes médicos, advogados e até políticos eram escravos de alguém mais. Algumas pessoas escolhiam ser escravas para ter todas as suas necessidades providas pelo seu senhor.

A escravidão dos últimos séculos era freqüentemente baseada exclusivamente na cor da pele. Os negros eram considerados escravos por causa da sua nacionalidade – muitos donos de escravos realmente acreditavam que os negros eram “seres humanos inferiores” em relação aos brancos. A Bíblia definitivamente condena a escravidão baseada na raça. Considere a escravidão vivida pelos Hebreus quando eles estavam no Egito. Os Hebreus eram escravos, não por escolha, mas porque eles eram Hebreus (Êxodo 13:14). As pragas que Deus lançou sobre o Egito demonstram como Deus se sente em relação à escravidão racial (Êxodo 7-11). Então, sim, a Bíblia condena algumas formas de escravidão. O ponto chave é que a escravidão permitida na Bíblia de forma alguma se parecia com a escravidão racial que contaminou o nosso mundo nos últimos séculos.

Outro ponto crucial é que o propósito da vida é mostrar o caminho para a salvação, não reformar a sociedade. A Bíblia freqüentemente aborda os assuntos de dentro para fora. Se uma pessoa tem amor, misericórdia e a graça de Deus, recebendo a Sua salvação – Deus irá reformar a sua alma, mudando a forma como ela pensa e age. Uma pessoa que recebeu o dom da salvação de Deus e liberdade da escravidão do pecado, enquanto Deus reforma a sua alma, irá se dar conta que escravizar outro ser humano é errado. Uma pessoa que verdadeiramente recebeu a graça de Deus irá se tornar graciosa para com os outros. Esta seria a solução da Bíblia para acabar com a escravidão.


Agora vc pode mandar uma história para ser publicada aqui no Blog, se vc souber de algo que está acontecendo no mundo mande para mim, ficarei muito feliz em publicar sua história!!!
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quinta-feira, 28 de maio de 2015

A verdade sobre a brincadeira Charlie Charlie Challenge

A nova febre que toma conta das redes sociais são videos com a brincadeira Charlie Charlie Challenge, que consiste em cruzar dois lápis ou caneta em uma folha de papel com respostas sim ou não. De acordo com a brincadeira o demônio de Charlie Charlie responderia as perguntas das pessoas movendo o lápis como se fosse uma tábua de  ouija, no mesmo modo da brincadeira do copo e dabrincadeira do compasso.
Dezenas de pessoas estariam assustadas com os resultados e postado seus videos nas redes sociais com a hashtag#CharlieCharlieChallenge, fazendo a pergunta: “Charlie, Charlie! Você está aqui?”. O lápis supostamente se move em direção da respostas “sim ou não”. Pode-se, de acordo com a brincadeira, fazer qualquer tipo de pergunta cujas respostas devem conter somente as opções “sim ou não”.
O video é tão assustador que levou o Padre Stephen McCarthy, da Saints John Neumann and Mario Goretti Catholic High School , na Filadélfia, EUA, proibir seus alunos de fazerem a brincadeira ou incentivar outras pessoas a fazerem. De acordo com o padre, “o problema da brincadeira é que ela abre uma janela de oportunidades para o mal, que não são facilmente fechadas”.

Entenda a brincadeira Charlie Charlie Challenge:

O desafio teria origem em uma antiga tradição mexicana que convoca a visita de um demônio chamado Charly, que se demostra presente pelo movimento dos lápis em direção a palavra “sim”. Charly seria um ajudante do Diabo muito astuto, a espera de uma oportunidade para trazer as essências do mal para o nosso mundo, e para isso precisa ser evocado através da tal brincadeira do lápis.( Priest warns pupils the ‘Charlie Charlie Challenge’ is ‘demonic activity )
A  brincadeira Charlie Charlie Challenge
A brincadeira Charlie Charlie Challenge promete evocar o demônio mexicano de Charlie.

Charlie Charlie é um demônio mexicano?

De acordo com a BBC que apurou os fatos , Não, Charlie Charlie não é uma lenda urbana mexicana e tampouco um demônio de sua cultura:
“Não há nenhum demônio chamado ‘Charlie’ no México”, diz Maria Elena Navez da BBC World. “As lendas mexicanas originadas dos Maia e Astecas, assim como muitas crenças tiveram inicio durante a conquista espanhola.  Na mitologia mexicana pode-se encontrar deuses com nomes como ‘Tlaltecuhtli’ ou ‘Tezcatlipoca”. Mas demônios mexicanos normalmente são invenções americanas”, diz ela. – Where did Charlie Charlie Challenge come from? ( De onde o desafio Charlie Charlie vem?)
Existem duas versões para a brincadeira Charlie Charlie Challenge.
1- A brincadeira original mexicanaque consiste em que 2 pessoas seguram , cada uma, 3 lápis em forma de trave de futebol e os une com as dua pontas expostas e fazem as perguntas. Como podemos ver no vídeo abaixo.

2- A versão atual mais simples, com os lápis cruzados em cima de uma folha de papel contendo as respostas “sim” e “não”.

Como Funciona a brincadeira Charlie Charlie Challenge

A resposta é bem simples: Como o ponto de equilíbrio do lápis é bastante frágil e qualquer movimento ou deslocamento doar é capaz de o mover, basta portanto um leve e imperceptível sopro para isso. Não é a toa que os vídeos procuram mostrar somente os lápis e a folha, nunca mostram os participantes. Dessa forma, não podemos ver se tem alguém soprando , e barulhos e ou edição do som do vídeo são capazes de facilmente sobrepor o barulho do sopro. E também é possível assoprar sem emitir barulhos.
Conclusão. Não existe nenhum demônio chamado Charlie ou Charly na cultura mexicana. Trata-se de uma invenção americana para fazer viral no youtube para assustar pessoas que se impressionam facilmente ou gostam de assustar as outras. Todo o truque se resume em assoprar suavemente o lápis que possui uma base facilmente deslocável.
Claro que você pode achar que o demônio existe ou que os espíritos dos mortos se comunicam com você através do lápis na  brincadeira Charlie Charlie Challenge, afinal, averdade absoluta é relativa…

domingo, 24 de maio de 2015

As 25 fotos dos lugares mais bonitos da terra.

25 das mais belas paisagens naturais em torno do mundo
Há muitos lugares no planeta que abrigam paisagens de cair o queixo. Ambientes que enchem nossos olhos e nossos corações, e que gostaríamos de conhecer de perto.
Abaixo você confere uma lista de 25 belas paisagens em torno do mundo que nos dão a sensação de querer fazer as malas agora e conhecer uma por uma.

25 belas paisagens em torno do mundo

1 – Wonderfu Hoshitouge Rice Terrace / Niigata- Japan

25 das mais belas paisagens naturais em torno do mundo

2 – The Goðafoss, Islândia

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3 – Ilhas Whitsunday, Austrália

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4 – Ko Phi Phi, Tailândia

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5 – Parque Nacional do Grand Canyon, Arizona

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6 – Pedras do National Lakeshore, Michigan

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7 – Farol St Joseph, Michigan

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8 – Ann Arbor, Michigan

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9 – Pictured Rocks, Michigan

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10 – Pictured Rocks, Michigan

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11 – Pictured Rocks National Lakeshore, Michigan

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12 – Ben Bulben: Sligo, Irlanda

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13 – Noite no Deserto, Namíbia

3

14 – Oásis no Deserto Gobi: China & Mongólia

4

15 – Monte Roraima, Venezuela

5

16 – A Lagoa Azul, Equador

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17 – Vista aérea do Monte Fuji, Japão

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18 – Sabangan, Província da Mountain, Filipinas

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19 – Lago Lotus Vermelho, Tailândia

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20 – Mount Kilimanjaro, Tanzânia

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21 – Ilha Lord Howe, Austrália

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22 – Grande Estrada do Oceano, Victoria, Austrália

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23 – Preikestolen (Preacher’s Pulpit), Noruega

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24 – Colorado Plateau, Arizona, EUA

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25 – Porto Katsiki, Ilha Lefkada, Grécia

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sábado, 23 de maio de 2015

Tremores reduziram São Francisco a cinzas em 1906

O terremoto e os posteriores incêndios que destruíram São Francisco em 18 de abril de 1906 mataram mais de 3 mil pessoas e reduziram a pó a cidade californiana. O episódio foi o pior desastre natural sofrido por uma cidade americana até hoje.
  • Veja mais fotos do desastre
  • Confira o histórico de catástrofes na cidade
  • Se fosse hoje, terremoto custaria US$ 150 bi
  • Eventos relembram centenário da catástrofe
  • Terremoto é recriado na internet
    Jack London, romancista nascido na cidade, escreveu: "San Francisco desapareceu. Não ficou nada além da lembrança". O relato foi feito pouco depois da tragédia que se abateu sobre a então nona maior cidade dos Estados Unidos. Era o principal porto do litoral Pacífico e o centro financeiro do oeste.
    Mas um terremoto seguido de incêndio devastou a cidade naquela noite de 17 de abril, de um ar morno e agradável, incomum para a época. Muitos aproveitaram o sopro de verão para vestirem os melhores trajes e assistir à ópera.
    Precisamente às 5h12 da madrugada, um tremor de pouco mais de um minuto bastou para iniciar uma catástrofe que deixou cerca de 250 mil desabrigados, além de causar a morte de 3 mil pessoas segundo os cálculos mais conservadores. A cidade, que até o dia anterior havia sido um pólo de eventos culturais e de prosperidade econômica, foi completamente arrasada.
    Mais devastador que o terremoto em si, que alcançou 7,8 pontos na escala Richter, foram os pós-abalos e incêndios ocorridos pouco depois e de forma natural em algumas áreas da cidade, onde as instalações de gás vazaram.
    Em outros lugares, os desastres foram provocados. Alguns proprietários atearam fogo às suas propriedades. Eles tinham seguros contra incêndios, mas não contra os danos provocados por um tremor.
    Com os principais encanamentos danificados, os bombeiros foram incapazes de deter as chamas, que logo alcançaram o distrito financeiro e não demoraram a se alastrar pelas colinas e suas mansões.
    O terremoto, o pior desastre natural sofrido por uma cidade americana até hoje, foi tão forte que chegou a ser sentido no estado do Oregon, ao norte, e em Los Angeles, ao sul da Califórnia.
    O fenômeno abalou o mundo. Em parte, por ter sido a primeira catástrofe natural mostrada por fotografias, graças às primeiras câmeras populares, que a Kodak tinha lançado no mercado seis anos antes.
    Além disso, a ciência da sismologia estava em pleno auge, e tinha identificado, em 1893, parte do que hoje se conhece como a Falha de San Andreas.
    O terremoto de São Francisco foi um desastre anunciado pelos sismólogos e deixou vestígios semelhantes aos de 2005, em Nova Orleans, após a devastadora passagem do furacão "Katrina".
    O Escritório Meteorológico tinha registrado 16 pequenos terremotos em 1905, e o chefe de bombeiros, Dennis Sullivan, tinha alertado, poucos meses antes, para a possibilidade de que a cidade fosse reduzida a cinzas.
    "Esta cidade está no meio de uma falha. Qualquer dia acontecerá um tremor que deixará fora de operação o sistema de combate ao fogo, e teremos um incêndio. Que faremos então? Teremos que usar dinamite", disse Sullivan em 1905. As previsões de Sullivan se cumpriram com todas as letras e em três dias San Francisco ficou irreconhecível.
    No entanto, a cidade foi capaz de retomar suas atividades sob um ritmo excelente e, de quebra, preparou seus serviços de infra-estrutura para os desafios do século XX.
    "Ressurgimos das cinzas do grande terremoto para nos convertermos numa grande potência econômica e num centro cultural", comentou recentemente o atual prefeito, Gavin Newsom.
    Embora não restem dúvidas de que a cidade tenha recuperado grande parte de seu brilho, a aura de fragilidade acompanha São Francisco ainda hoje. Talvez nunca deixe de fazer parte do seu espírito. 
  • sexta-feira, 22 de maio de 2015

    As 10 piores cidades do mundo!!!

           As 10 piores cidades do mundo!!!



    10 - Abidjã (Costa do Marfim)Maior Cidade da Costa do Marfim, Abidjã E UMA especie de "São Paulo" piorada fazer país. A metrópole Concentra uma base Econômica EO Maior contingente populacional (4,7 Milhões de habitantes) da Costa do Marfim. Altos índices de Criminalidade, Violência extrema, abuso de Poder e Corrupção, Além de taxas Elevadas de consumo de cocaína Entre Os Jovens tornam uma Cidade Uma péssima Opção Para se viver.

    9 - Teerã (Irã)Já se passaram 20 anos desde Quase that Os Paralamas do Sucesso compuseram uma canção "Teerã" (1986). No entanto, uma letra that question "Por Quanto ritmo AINDA vamos ter / Nas Noites frias e NAS Manhãs / Imagens de dor / em Rostos marcados / Pequenos demais pra se defender" continua Atual. Claro, a Cidade NÃO Convive Mais com OS bombardeios Diários da Guerra Irã-Iraque. Porem, uma Violência AINDA ESTÁ Presente na vida dos iranianos. Falta de Liberdade de Expressão, desrespeito AOS Direitos Humanos e Repressão estatal, Além dos "Comuns" Problemas de Poluição e congestionamento completam o Quadro da nona posição no ranking não.

    8 - Duala (Camarões)A Maior Cidade de Camarões acumula Baixos índices de Saúde, Cultura e Educação.Apesar de possuir Um toque rural, Como NÃO poderia faltar no Top 10 das piores Cidades parágrafo se viver, Duala POSSUI AINDA Problemas crônicos de congestionamento e Poluição. Em 2009, um Considerada Cidade foi um "cara mais" da África eA 27ª em Todo o Mundo, Pela consultoria Mercer.

    7 - Trípoli (Líbia)Antes Considerada Uma das Cidades Mais ricas e Modernas fazer continente africano, Não É Preciso Muito esforço parágrafo Descobrir Por Que Trípoli figura na sétima posição between como 10 piores Cidades do Mundo Para se viver. Desde QUANDO OS rebeldes começaram uma revolta contra o ex-ditador Khadafi, Além de ter OS principais predios Públicos, Escolas e hospitais destruídos, A Cidade Segunda Maior líbia Passou um Conviver com a Violência eA Tensão. Para piorar o Quadro, uma População enfrenta uma escassez AINDA de Água.

    6 - Carachi (Paquistão)Com O melhor índice de Educação não Top 10 das piores Cidades, O Que Torna Carachi Uma Cidade indesejável ê um Violência.Um Financeira capitais fazer Paquistão, volta e meia vira palco de Atentados. Tão populosa Quanto São Paulo, com Quase 16 Milhões de habitantes, Carachi sofre com uma burocracia Corrupção ea. Na cidade, Existe Até MESMO UM Mercado Negro de Água potável, escassa na Região.

    5 - Argel (Argélia)O grande gargalo da Capital da Argélia E justamente uma Infraestrutura. A Cidade enfrenta Diversos Problemas Sociais, principalmente Relacionados a habitação e Ao Desemprego.

    4 - Harare (Zimbabué)Considerado o Pior Lugar do Mundo Para viver desde 2009 classificação pelo, este ano Harare conseguiu subir de posição. Infelizmente, a Proeza se deu devido à Piora das Três Últimas Cidades do ranking, e NÃO da Melhoria de Harare, that continua sofrendo com ausencia de Serviços Públicos de Saúde e de transporte, Além da escassez Energia e Água.

    3 - Lagos (Nigéria)A Segunda Maior Cidade africana POSSUI Uma Desigualdade latente. Rica em petróleo, Lagos atrai cerca de 600 mil anualmente Imigrantes oriundos de todo o continente.O Problema E Que A Cidade, that POSSUI 40% do Território imerso soluçar um Água, Não consegue absorver uma demanda e garantir uma Infraestrutura necessaria Para toda a População. O resultado PODE Ser visto, Por Exemplo, nenhum Sistema de saneamento precario, that NÃO cobre NEM Metade dos habitantes.Além Disso, a Eletricidade Funciona APENAS algumas horas no dia.

    2 - Porto Moresby (Papua-Nova Guiné)A Cidade Segunda Pior do Mundo Para se viver acumula altos índices de Pobreza, Criminalidade, Acesso restrito à Saúde e Uma cultura de gangues that dissemina AINDA Mais uma Violência em Port Moresby. Uma capital de Papua-Nova Guiné E UMA das exceções do escalão em TERMOS de superpopulação, mas ISSO NÃO Diminui a ausencia de Infraestrutura da Cidade eA Alta taxa de Desemprego.

    1º - Dacca (Bangladesh)Para Ganhar o Troféu Cidade de Pior do Mundo Para se viver, Dacca reuniu Praticamente todos OS ITENS ruínas das Cidades Acima mencionadas. Péssima Qualidade fazer Público transporte, Violência, altas taxas de Criminalidade e AINDA enfrenta serios Problemas de Poluição. A Coleta do Lixo E Quase inexistente, a Água, proveniente dos rios cheios de Lixo, E contaminada, EO Sistema Educacional Público foi classificado cabelo Levantamento Como "intolerável".

    Olá pessoas, sentiram minha falta eu pelo desculpas por não ter postado coisas ultimamente, realmente tive muitos problemas nas semanas anteriores e não tive tempo para fazer postagens, mais agora eu estou de volta e ativo para novas postagens, e trago "as 10 piores cidades do mundo" para vcs, espero que gostem e pf me sigam ou add no Google+ que me ajuda muito, para quem tem conta no Google já sabe como me add, obg!!!

    E obg a todos os meus leitores, Deus os abençõe.